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segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Quem diria, sexta deu pega, sim. O Those Dancing Days abriu tocando direitinho e Lonely Dear surpreendeu roubando a cena com canções cheias de astral. Confesso que me entreti com a balada e não prestei a atenção devida na apresentação do cara. Mas, toda hora que parava para ouvir, ficava satisfeito. A Britta Persson subiu na mesa da Chopperia do Sesc pra acompanhar e as minas do Those ficaram do nosso lado de olhos grudados no palco.
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sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Empunhando uma guitarra, Britta Persson usou só o acompanhamento de bateria e esporádicos fundinhos discretos pra esfregar a ferida agora há pouco, no primeiro dia da Invasão Sueca no Sesc Pompeia. Canta muito - uma mistura de Björk com Dolores O'Riordan, do Cramberries.
Trombei ela depois na saída e gastei o inglês pra confessar meus sentimentos. Nisso, aproveitei pra perguntar o nome da primeira das várias músicas novas que rolaram, que destoou do set de tão foda. Ela virou os olhinhos verdes pra cima, pensativa, e respondeu alguma coisa que não prestei atenção. Não ousei perguntar de novo.
Enfim, acabei ganhando um abraço cheio de timidez e uma dedicatória no CD. Não é bonita, longe disso. Mas fiquei instigado. Não só pela "amazing voice", como falei, mas principalmente pela terna sutileza no palco. Se for pra lembrar agora alguma melodia que possa te ajudar a entender melhor a coisa, arrisco a brittânica "In Or Out".
Agora tem o segundo tempo amanhã com Lonely Dear e Those Dancing Days, mas dificilmente dará pega.
Saca só um aperitivo do que foi com "Cliffhanger".
Trombei ela depois na saída e gastei o inglês pra confessar meus sentimentos. Nisso, aproveitei pra perguntar o nome da primeira das várias músicas novas que rolaram, que destoou do set de tão foda. Ela virou os olhinhos verdes pra cima, pensativa, e respondeu alguma coisa que não prestei atenção. Não ousei perguntar de novo.
Enfim, acabei ganhando um abraço cheio de timidez e uma dedicatória no CD. Não é bonita, longe disso. Mas fiquei instigado. Não só pela "amazing voice", como falei, mas principalmente pela terna sutileza no palco. Se for pra lembrar agora alguma melodia que possa te ajudar a entender melhor a coisa, arrisco a brittânica "In Or Out".
Agora tem o segundo tempo amanhã com Lonely Dear e Those Dancing Days, mas dificilmente dará pega.
Saca só um aperitivo do que foi com "Cliffhanger".
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